segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Alice no país das aparências.


              Há muito tempo atrás Platão escreveu em sua obra A república o “Mito da caverna”, este que tão bem define todas as formas de relação de nosso ego com o mundo exterior, dessa forma não poderíamos discorrer sobre a evidente situação do mundo fundado nas aparências sem utilizar do mito como fonte imediata de nossa reflexão. “Mas o que seria a caverna? O mundo de aparência que vivemos. Que são as sombras projetadas no fundo? As coisas que percebemos. Que são os grilhões e as correntes? Nossos preconceitos e opiniões, nossa crença de que estamos percebendo é a realidade. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz do Sol? A luz da verdade. O que é o mundo iluminado pelo sol da verdade? A realidade. Qual instrumento que liberta o prisioneiro rebelde e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A filosofia.” (Marilena Chaui – 2012)
"O nosso meio está repleto de farsas, a “verdade” que a séculos nos foi passada nunca nos traduziu a realidade. Tomamos posse de uma cultura embasada em argumentos arquitetados tendo com o único objetivo massagear nosso ego, de modo que costumes foram solidificados como função geratriz de seres impensantes. Um exemplo prático do citado acima está na ambição humana em busca de títulos. Mais valor se dar aquele que segue convenções sociais, que se enquadra em padrões solidificados por meia dúzia de pessoas elaborados segundo seu individual.
            Há algum tempo, o perfil de mulher ideal e desejável para algumas sociedades era de um corpo dotado de mais porte, o que dava ideia de uma maior fertilidade. Note o quanto as coisas mudaram, observe a construção de paradigmas elaborados por conjuntos que não respeitam de nenhuma forma a liberdade individual. Falácias são nos repassadas todos os dias, a nossa mídia é riquíssima em conteúdos enviesados, tudo é posto de forma unidimensional.            Felicidade? É possível definição sem o ingrediente dinheiro? Sem estar conforme a maioria, nem se enquadrar a algum perfil desejável? A verdade absoluta é definida arbitrariamente e todos os outros argumentos são taxados como fajutos, pois o que é um argumento se não possuir aclamação de uma ampla maioria?!
            Título, status, mais do mesmo... O superficial é tão importante quanto o essencial e não é preciso se preocupar com aspectos qualitativos de alguém, afinal de que importa o caráter se a valorização se dá unicamente pelo ter. Estamos imersos em um mar de ignorâncias que nos faz agonizar todos os dias para dentro do total breu." (Thiago Henrique)
               "Observamos o quanto o ser humano busca o que é mais aparentemente agradável, e essa é a origem dos preconceitos, da visão de algo pelo que se “ver” dentro de sua própria caverna e o que realmente “é” na realidade. Por exemplo, quando alguém vai comprar um celular, geralmente busca um celular com diversas funcionalidades e com novos aperfeiçoamentos tecnológicos, traduzindo a aparência que a sociedade e a mídia refletem, enquanto suas funções se distanciam da finalidade objetiva que o aparelho deveria ter. Nessa concepção, a caverna não parte somente do ego, mas sim de mais pessoas presas no mundo interior e das ideias infungíveis com a realidade, acarretando problemas diversos para o meio social, tais como crises ambientais e nas relações pessoais. Tudo que vemos é uma impressão imediata do que enxergamos, não o “ser” do algo, o que poderá causar uma indeterminada crise quando outro extrair distinta interpretação e nos expor esta. Por conseguinte, imaginemos se ainda pensássemos que o Sol gira em torno da terra? Se todas as doenças psicológicas fossem motivadas com possessão demoníacas ou pragas jogadas pelos deuses? Se o tempo não pudesse ser medido?  Que o mundo é quadrado? São todas essas indagações que foram resolvidas em momentos de crises que se desenvolvia entre o parecer e o ser. Portanto, não podemos julgar algo apenas pelo que parece, pois sempre há uma expansão daquilo que ele realmente é, pois a única coisa que sabemos de tudo é que de tudo pouco sabemos. Contudo, sabemos que não é tão simples, haja vista que já estamos nessa conjuntura na qual o aparente é o que importa, a fama é sinônimo de posto da verdade e o filósofo e amante eterno da sabedoria é o louco para os habitantes da caverna conjunta que hoje a sociedade se tornou, não é só a visão pejorativa, pois acreditamos que ainda há vulgo os loucos persistindo em não se corromperem com o que os impõem, são esses que a História nos revela como condenados a viverem questionando e serem destruídos pela sociedade e futuramente serem lembrados como alguém importante, pois é mais fácil prestigiar e relevar em morte do que em vida. Afinal o que houve com Sócrates e Jesus?" (Yago Nascimento)

sábado, 26 de dezembro de 2015

Aracoiaba: O agir de uma juventude em ascensão.

Da esquerda para a direita: Glaubson Oliveira, Crislanny Leandro, Cinara Alves, Francisco Pinheiro, Stênio de Lima, Jhonatan Carvalho e Yago Nascimento.

Desde o I Congresso da Juventude de Aracoiaba que nos indagamos sobre a relevância dessa iniciativa para o município, não negamos que por alguns momentos desacreditamos fundado em  várias questões, mas o que nos fez reverter a descrença foi o olhar não pejorativo sobre as ações do homem, buscamos mais uma vez o lado bom das atitudes humanas, pois não queremos morrer estando vivo e passar nossa história como mais um que vive por razões individuais e egoístas, pois isso destrói a nossa futura geração e consequentemente o nosso habitat.
Passamos por uma grande crise ignorada, uma devastadora crise social. Neste mundo cheio de maldades onde as aspirações benignas são banais e utópicas por vivermos uma realidade na qual não fazemos nada para mudar. As guerras, as corrupções diversas, as desigualdades sociais, os preconceitos que geram as violências e tantos outros problemas que seriam resolvidos com a razão humana através do diálogo pautado no respeito ao próximo. Por isso que nossa crença reformulou-se e damos a nossa contribuição para fazermos parte das atitudes que acreditamos que trará a mudança em escala local e futuramente em escalas maiores. O grupo da juventude de Aracoiaba depois do congresso iniciou suas ações, demonstrando a quebra da normose e das palavras sem ação (hipocrisia), colocaram a praxe como ideia principal. Dessa forma, o grupo contribuiu para o Natal de Luz do município com músicas e encenações após a apresentação do concerto da Orquestra Municipal de Aracoiaba em uma noite brilhante. Em seguida o grupo organizou-se e realizou a sua segunda ação, a mais bela ação, por pensar no lado humano que é o principal para solucionar vários problemas sociais, por pensar na solidariedade, por pensar acima de tudo no amor ao próximo. O ato de levar o natal para pessoas que passam por dificuldades, visitando os pacientes do Hospital do município e proporcionando a eles a compaixão, os sorrisos e as emoções, com mensagem de força e músicas natalinas que pudessem mostrá-los que o amor e a esperança ainda existem no nosso meio, que o lado humano não se perdeu sob as maldades e facilidades que a globalização acarreta, que é possível o elevar de nossa condição humana, é viável a paz. Tendo em vista isso que passamos a acreditar que a juventude de Aracoiaba não somente pensa, ela está agindo com seu lado humano e está buscando agregar suas ações e atitudes em prol de uma nova finalidade, o desenvolvimento social e humano. Portanto, não vemos o interesse individual sobressaindo o coletivo, analisamos que o bem comum está como fundamento e raiz de toda a ação da juventude de Aracoiaba. Almejamos o crescimento do grupo e que as ações continuem pautadas nos valores e princípios que os próprios jovens construíram. Parabenizamos a coordenadoria da juventude do município e nos dispomos no que for preciso para ajudar, pois estamos por quem não só defende no bem comum, mas também em quem o busca através da prática.









Juventude que participou do I Congresso da Juventude de Aracoiaba

Apresentação da Orquestra Jovem no I Congresso da Juventude, sob à regência do Maestro Themístocles Stanton

Primeira reunião de elaboração do plano de ação da juventude.

Jovens que participaram da reunião.

Jovens que participaram da reunião.


Apresentação da Orquestra Municipal de Aracoiaba no evento Natal de Luz do município.

Orquestra interagindo com o público.

Apresentação do coral da juventude no Natal de Luz.




Apresentação do coral da juventude.

Apresentação da encenação sobre o nascimento de Jesus.






Preparação para a visita aos pacientes do Hospital do município.

Música para os pacientes.


Juventude e os enfermeiros do hospital.





Da esquerda para a direita: Glaubson Oliveira, Crislanny Leandro, Cinara Alves, Francisco Pinheiro, Stênio de Lima, Jhonatan Carvalho e Yago Nascimento.



sábado, 7 de novembro de 2015

Humanos: Tão animais quanto qualquer outro.



Ah! Os humanos, únicos seres vivos dotados de racionalidade, criados à imagem e semelhança de Deus, ou a espécie sortuda que via seleção natural conseguiu evoluir de tamanha forma a ponto de dominar sobre o planeta terra, desenvolvendo tecnologias, possuindo uma gramática única. Quão especiais são os seres humanos, mas o que vem acontecendo com eles nesses séculos? eram tão sociáveis.
Hoje estava em uma parada de ônibus em Fortaleza, quando chegou um senhor bastante eufórico. Tendo em sua mão um envelope com o logo do Hospital Haroldo Juaçaba (O Hospital do Câncer). Havia na mesma parada algumas outras pessoas. Ele indagou, dirigindo-se a qualquer que quisesse responder, se alguém poderia o informar quando viesse seu ônibus, pois não sabia ler.
            Mas ninguém o deu atenção. Dispus-me a comunicá-lo. Logo começou a contar o que parecia saltitar de sua boca, muito inquieto. Disse que acabara de vencer uma batalha em sua vida, que todos os anos retornava ao hospital para mapear o estado de seu câncer, porém essa seria a ultima vez que se submetia a esse transtorno, seu médico disse que estava curado.
Isso me faz refletir o quanto estamos às cegas nos preocupando somente com nós mesmos, na escuridão em busca de coisas supérfluas. Estou certo que dinheiro não compra a felicidade, mas compra um telescópio com abertura de 200 mm, ou um violino modelo Stradivarius feito por Luthier. Mas é preciso muito mais que dinheiro, temos que ter afeto com o outro. Onde estão seus valores, sejam religiosos ou morais. É preciso muito mais que conhecimento técnico, note que os maiores pensadores não estavam preocupados somente em calcular a área sob uma curva por meio de integrais, eles estavam também preocupados com o rumo que nossas relações iriam tomar.

Aproveito o ensejo de uma postagem recente do Blog(http://migre.me/s347I), onde é discorrido sobre o processo de deterioração dos valores humanos, observa-se que nossa essência esta sendo minguada, nos aproximamos a galope em direção ao ser primitivo, não diferente de qualquer outra espécie, com características puramente animalescas. Talvez até esteja sendo injusto como pobre cão, tão fiel ao seu dono, ou a injustiçada árvore, que nos dá oxigênio e sombra em troca de ter suas semelhantes devastadas. Perdoe-me mãe natureza...
            Busquemos o progresso conjunto e não o retrocesso individual. Os convido a uma profunda reflexão sobre nossas atitudes.

domingo, 1 de novembro de 2015

O indivíduo e a banalização sexual.

É inegável na atual conjuntura social, a  existência plena de indivíduos que atuam e exercem papéis ativos na banalização sexual, haja vista que em diversas situações presenciamos a visão dos homens sobre as mulheres (reciprocamente também) como objetos sexuais, ou seja, apenas como um amontoado de "carne humana" descartável e abjeta. Os termos mais presentes para se referir às mulheres em conversas "masculinas" é recusável citar, pois destruiria a imagem e dignidade da mulher.
É mais que senso comum, sabemos da atuação da ocitocina, conhecido como "hormônio do prazer", presente tanto no homem quanto na mulher, hormônio esse produzido no hipotálamo, onde é liberado na corrente sanguínea. Ele atua fisicamente no organismo, aumentando a potência sexual, elevando a sensibilidade peniana ao contato e principalmente o libido. Está presente em todas as relações, são hormônios que atuam na mudança do comportamento humano, porém nada justifica tratar o prazer como algo pejorativo, pois a racionalidade traz ao escopo social o aprimoramento e relevância das relações sociais, agregando a si o decoro, à liberdade supraformal, à dignidade etc. Portanto nenhuma ação fisiológica justificaria o ato banalizador da figura feminina, que na maioria tem o controle de suas ações. Muitas agem mais por sentimentos do que por prazer, isso nessa perspectiva.
Segundo a mestre em direito Rita de Cássia Vieira, "A banalização das relações sexuais, como mera fonte de prazer sexual, gera o pensamento pró-aborto"(jornal O Globo, de 26/10/2007). Além disso as consequências dessa banalização são mais amplas do que o expressado pela autora, acarreta também a desvalorização da imagem feminina, a decadência da moral, a visão antiética e a destituição dos valores que ainda sustentam as relações sociais, haja vista que se não há o equilíbrio entre a emoção e o prazer agiremos todos como animais, regrediremos ao estágio de natureza.
Por conseguinte, observá-se a predominância do sexo pejorativo e com finalidade meramente descartável nos homens, são poucas as mulheres que sucumbem aos prazeres físicos e banais. Tendo em vista isso, analisá-se a carência dos valores mais em homens do que em mulheres. Mas além dos valores, há escassez da base do que é ser humano, a racionalidade, o ato de pensar e de agir em torno do bom senso. Nessa temática o homem se torna mais um animal movido a instintos, assim como ver um "canil em busca de uma cachorra no cio". No entanto, pequena parte das mulheres permitem essa destruição da sua imagem, ao se entregarem aos prazeres carnais esquecem que possuem um cérebro e que podem mudar essa visão sobre elas. A mídia, as músicas atuais de diversos gêneros atribuem essa imagem da mulher ser apenas "uma noite", um brinquedo para o prazer e nádegas móveis, estereótipos pregado numa sociedade hipócrita. Esta hipocrisia baseia-se na concepção de que o nosso Estado Democrático de Direito admite o princípio da dignidade da pessoa humana como valor fundante do sistema brasileiro (CF, art. 1°, III), não é contradição permitir esse ferimento à dignidade dos homens?
Mesmo em um contexto histórico machista, não obstante uma reforma nos atos educacionais a fim de proporcionar e ensinar ética em geral e os valores que nos regem em sociedade, pois tudo isso só seria plausível se fôssemos uma anarquia e selva.
Em suma, é imprescindível a discursão sobre a temática e as ações cabíveis para a próxima geração, pois no nosso  país, isso já é cultura e só um longo processo educacional reformularia essa visão banalizada do sexo.

sábado, 10 de outubro de 2015

As músicas desprovidas de valores são narcóticos racionais.

Em todos os meus escritos sempre dou uma breve introdução, pois não pretendo ser mal interpretado e depois acabarem vindo me metralhar sem o verdadeiro conhecimento do que quis repassar. Me considero um humanista ou realista, não sei bem ao certo como me defino, nunca me ponho como possuidor da verdade absoluta, me ponho como alguém que visa a permanência da raça humana racional, sou defensor disso, mesmo ainda engatinhando no espaço da razão. Assim faço minhas considerações iniciais. O pensamento cético e crítico é, e sempre foi, o que elevou ou regrediu o nosso espaço social. Muitos homens que encontraram-se com a luz do saber e do fim humano deixaram suas contribuições, que por muitas vezes, são tidas como algo desprezível ou utópico, por ser essas radicais, do latim radicalis, como base e raízes, algo fundamental para as relações humanas e para o raciocínio promissor. Mas devemos relevá-las, dá-las a devida necessidade e inerência que o homem deve possuir como um ser social.
A capa deste blog possui a seguinte frase dita por Aristóteles: "A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima de sua condição". É linda e verdadeira essa frase, a música da qual ele cita, essa que nos transmite algo além da compreensão do senso comum, quem faz e sabe escutá-la, quem realmente a conhece ratifica a elevação da condição da alma, que consequentemente tem o poder de mudar o homem, quando bem feita, quando bem racionalizada e mais belo quanto a interdisciplina. Queria muito que tudo isso fosse real no nosso plano atual, que a música fosse realmente a beleza que nos eleva como seres humanos, infelizmente devo afirmar que isso é pouco reconhecido. Sempre existiram músicas que não coubesse nesse contexto, para mim, neste momento é prescindível o conceito de música, mas sim o que essa pode influenciar no nosso corpo social. Para ser mais objetivo tratarei do conteúdo desprovido de qualquer valor, que tanto os homens falam, mas não sabem o seu significado, neste momento, faz jus defini-lo. Os valores é a substancia essencial para o meio social, é a moral em conjunto com a ética que permitem a convivência saudável em sociedade.  Dito isso, iniciaremos o desconforto do senso comum.
Assim como as drogas lícitas que causam o prazer momentâneo e artificial nos homens, algumas músicas também o fazem, isso é imperceptível e ignorado pelo sujeito que utiliza dessa droga, pois os conteúdos destas são mascarados por ritmos que causam uma anestesia nos seres que a consomem, assim como narcóticos, é uma patologia, muitas vezes hereditária e endêmica. Se caso fosse algo que o sujeito a usasse e fizesse mal só a si, mesmo não querendo ver o mau do próximo, eu o aceitaria, por puro respeito. Porém, não é o caso, pois as consequências dessas drogas são inter-homens, são, no mínimo destruidoras e silenciosas do meio social. As letras das "músicas" desprovidas de valores e banalizadas, que tornam um instrumento tão poderoso que é esta, penetrar de forma indevida a mente e por fim as condutas humanas. Não trato isso como pré-conceito, mas sim, como uma análise que desconforta o senso comum, argumentarei em seguida, todos buscam a paz, todos buscam o seu crescimento individual, mas poucos sabem que as forças exteriores afetam diretamente nesses desejos, muitas vezes, as condutas dos sujeitos que procuram a paz e bem-estar são desconexas com o que almejam, é óbvio, é muito fácil falar. Voltando aos aspectos das músicas narcóticas, refiro-me àquelas que além de destruírem a imagem feminina, destroem também os mais fortes sentimentos que devíamos preservar, tais como o amor, o gostar, os afetos, os laços, os vínculos e qualidades como as virtudes que sanaria muito os nossos problemas. Como supracitei o efeito dessas drogas são silenciosas e aos poucos vão cumulando, fomentando mais ainda os fatos sociais. A pedofilia, o infanticídio, o feminicídio, o tráfico, os diversos delitos sociais são reforçados e apoiados por esse tipo de música, que para muitos são produtos e objetos de diversão, mas como disse é uma droga, e esta confunde e vicia. As apologias são implícitas, bem compreende quem é elevado educadamente, surgem do sofrimento, assim como qualquer droga. Por conseguinte, refutarei aqui quem diz que questão de gosto não se discute, como assim? Então, se fosse questão de gosto não teríamos mais Matemática, História, Português e outras disciplinas essenciais, pois o gosto dos "alunos" são bem expressado em pesquisas. Continuo, o nosso ar está cheio de bactérias, o nosso meio deve saber remediar, pois nem tudo que é prazeroso convém, haja vista que nem tudo que é bom para os sentidos faz bem. Minha crítica é para todas essas músicas que destroem os valores e põe em risco o esperado fim por si mesmo, é mais que uma questão de racionalidade calculadora, é a liberdade limitada reciprocamente, pois assim se terá a liberdade relativa completa, esta individual. Em suma, reitero a importância do ensino da música nas escolas, principalmente a interdisciplina, pois oxigena a educação do individuo, não sendo apenas números ou textos e fórmulas decoradas que nada contribui para o profissionalismo e ética futura do homem, ou até mesmo, para o bem-estar social. Creio que, os direitos naturais do homem, e a convivência harmoniosa é feita de condutas e limites no outro, pois a minha liberdade influi diretamente na do outro. Quer se drogar? Use fone de ouvido!
P.S: As críticas sempre são aceitas, mas critique com raciocínio e respeito.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Aula de Música gratuita em Aracoiaba

A música é um instrumento de desenvolvimento humano, quando bem utilizada pode sobressair do contexto de arte e se transformar em mais uma alternativa eficaz para jovens com uma vida ociosa, perfis para o mundo das drogas. Vários físicos, matemáticos, filósofos, grandes intelectuais da sociedade já reconheceram a importância dessa arte para a construção da cognição humana. Tendo em vista isso e muito mais, que nosso maestro, Themístocles Stanton, graduando em Música na Universidade Federal do Ceará -UFC tomou a iniciativa de criar a Orquestra Jovem de Aracoiaba, reuniu instrumentos musicais que ainda sobravam e colocou nas mãos de alguns jovens, ensinando a eles a prática e a teoria musical. Dentro dessa conjuntura o maestro inicia uma expansão da Orquestra Jovem, promovendo aula gratuita de teoria musical aos jovens de Aracoiaba, mesmo não tendo um apoio do que se refere a instrumentos livres, mas muitos dos alunos já fizeram um esforço e compraram seus instrumentos de interesse. As aulas começarão sexta-feira(18/09) às 19 horas, quem estiver interessado a comparecer, caneta, lápis e caderno é necessário. Vale ressaltar que não há instrumentos disponíveis, mas futuramente com essa iniciativa quem sabe não surgirá um apoio. Clamo aos pais que vejam a relevancia da música para os filhos dentro dessa doença que a sociedade está, pensem e incentivem seus filhos! Música também é educação! Parabéns, Stanton!

Nossa terra, nossa história do jeito que é dita.

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!

Aracoiaba é o seu nome do canto dos passarim.
Ao progredir ta lá no hino, é o povo que grita "SIM!"

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!

Nós tem aqui a pedra aguda encantada no sertão.
Toda cheia de mistério é referência pra avião!

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!

Aqui tivemos tantos nomes que amaram esse torrão.
Vô citar um grande deles, o saudoso SALOMÃO!!!

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!!!

O trem rendeu tantas histórias que encanta tanta gente.
Trouxe gente importante, até Getúlio o presidente!

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!

Aracoiaba é tão extensa, do pé de serra ao sertão.
Minhas palavras não demonstram como eu amo esse torrão!

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!

Eu já ia me esqueceno, mas espia se minino
De citar o nome dele o canoeiro MARCELINO!

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!!!

Pra encerrar falo de hoje, que tem coisa que ainda presta.
Aqui tem coisa que me orgulha, por exemplo a nossa ORQUESTRA!

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!!!

Não estudei suficiente pra escrever tudo certim
Mas falei a nossa história como falaram pra mim!

Vim falar da minha terra do jeito que aqui nós fala.
Falando assim a nossa história do jeito que ela é dita.
Me baseei pela fala e não pela escrita!

Antônio Sebastião Cruz Lima.
Conhecido em Aracoiaba como Tião, é um músico, empreendedor e crítico de nossa terra, vindo de família humilde, cresceu vendo o povo contar as histórias que fazem parte da nossa terra. Tião é grande fã de Patativa do Assaré, sua diferença é que ele realmente escreve, não importando as correnções ortográficas, pois é assim que ele deseja mostrar, como é dita a nossa história no meio e como o repassaram.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Respeito aos Direitos Humanos

Todo direito é uma conquista, processado por um tempo árduo e com objetivos humanos ou para satisfação humana. O povo de um tempo luta por algo que considera necessário e indispensável para uma vida organizada e preservada, qual ser humano que não quer ter direito? Nenhum, nem mesmo os que sucumbiram para o mal e a desvirtuação. Todos querem seu direito à vida, à dignidade, à integridade, à liberdade e a todos os sagrados direitos conquistados através do iluminismo ou dá inserção de valores cristão, mas o que é ser humano? Será que todos os seres que possuem as características, tais como ser bípede, ter braços, olhos, cabeça, pés, dedos, corpo e entre outros membros, são todos que possuem esses órgãos e membros são seres humanos? Não, senão um gorila, macaco também seriam humanos. Na minha concepção ser humano é ter a característica principal que é a razão e o pensar, fora isso nos tornaremos mais um animal de espécie diferente. O humano tende à pensar, à raciocinar e pensa no exterior e na preservação de sua espécie, está aí mais uma características que nos faz querer direitos, a preservação da nossa espécie. O ser humano que não faz bom uso de sua razão tende a se igualar a um animal, claro que todos os seres vivos possuem erros, desde as plantas, classificadas como viva por seu ciclo de existência, aos animais, estes erros são inerente à toda espécie viva, mas a distinção da raça humana é que pensamos e que se pensamos temos a capacidade de rever conceitos e corrigir ações, ou seja, erramos, mas não conservamos os erros. Voltando aos direitos tão arduamente conquistados na história da humanidade, percebemos que tudo o que foi feito garante de forma consistente, mesmo que não respeitados pelos indivíduos que fazem parte do nosso meio, alguns, não todos, ainda por esse pouco que respeita podemos viver dignamente em alguns aspectos pelo pouco que temos de direitos. É notável a quantidade de direitos que possuímos e que não são respeitados, daqui se tira que temos sim uma proteção criada pelo pacto social, mas uma grande parte do social desvaloriza o que temos. Tendo em vista isso, é abominável e inaceitável que ainda haja nesse mundo “humanos” que queiram o fim dos direitos humanos, uma  contradição não? Não creio que seja, mas creio que os seres humanos devem aprender a reconhecer sua posição racional e visar o crescimento e preservação não como utopia, mas como algo alcançável, seguir suas ideologias que tragam benefícios para a sociedade pacífica que sonhamos, pois sonhar é muito bom, mas praticar e lutar por ele é atitude de coragem e humana. Nós não somos seres perdidos, somos seres mal instruídos, devemos sempre olhar para o horizonte e reconhecer que independente de raça, cor, gênero, ideologia partidária, algo que mal existe, ou partes, somos humanos e estamos aqui para preservar nossa espécie e deixar um ambiente saudável para nossas crianças. Chega de individualismo, vamos refazer o contrato social e humanitário. Respeito aos direitos humanos, pois todos nós somos humanos, não basta deturpar o todo por causa das partes onerosas. Pensai-vos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

E.E.M Almir Pinto de Aracoiaba. III Colóquio: Terceirização, boa pra quem?

A Escola de Ensino Médio Almir Pinto realizou ontem (10/09) com iniciativa da professora Maria Olga o III Colóquio da escola, todos os outros anteriores também realizado e ministrado pela professora. Nesse colóquio foi debatido os benefícios e malefícios que a terceirização, especificamente o PL n° 4330/2004 acarretará, que dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes. Três alunos da escola foram convocados para demonstrar os prós, os contras e a imparcialidade, respectivamente os alunos Hiago Brito, Matheus Noronha e Rebeca Oliveira. Foram convidados para opinar sobre o assunto Rafael Câmara, graduado em Direito e inscrito na OAB/CE, também Yago Nascimento, aluno do curso de Direito, o presidente do sindicato dos servidores públicos de Aracoiaba, Isaias Junior Braz e quando a palavra facultada o professor Valdemberg Rodrigues e a professora e diretora Maria Meiryvan de Oliveira. Nenhuma autoridade estava presente no evento, muito menos os que deveriam ter mais interesse, o poder legislativo.
O colóquio é muito relevante não só para os alunos da escola supracitada, mas também para a população em geral, que tomará conhecimento do que a mídia oculta, participando assim das decisões legislativas de forma integral, podendo promover ações contra ou a favor dos projetos que tramitam sob os olhos do povo. O ápice da polêmica sobre o tema está na terceirização das "atividades-fins", que é amplamente discutido a definição, atividades essas essenciais para o funcionamento de uma empresa. Atualmente há apenas a súmula 331 do TST interpretando sobre a terceirização das "atividades-meio", que são definidas como aquelas não essenciais para o funcionamento da empresa, tais como serviços de limpeza, vigilância e conservação, sendo que esta súmula é apenas uma interpretação que os juízes podem valer-se ou não, isso quando proferida uma decisão processual de uma reclamação trabalhista. O colóquio iluminou a distinção entre contrato temporário e terceirização que são modalidades confundidas no nosso meio social. Além disso acrescentamos ao introito a necessidade de permanecer ou não a terceirização, pois para os que são contra ela aniquila por geral os direitos trabalhistas e põe em inobservância à CLT. 
Queremos parabenizar pela iniciativa do evento, não só deste ano, mas também dos anos que passaram, pois apesar de muitos sites e blogs de notícias e a própria administração não contribuir para a informação do povo, agentes educacionais ainda acreditam na discussão respeitosa para promoção de um desenvolvimento econômico, educacional e estrutural no país, iniciando no município e expandindo para o Brasil em geral. Parabéns à EEM Almir Pinto, especialmente a professora Olga por tantas ações educacionais como essa. Esperamos que nos próximos colóquios as autoridades estejam presentes e divulguem para a população de Aracoiaba conhecer mais sobre temas de interesse nacional, pois se cada município fizer sua parte, o país tende a crescer. EDUCAÇÃO NÃO É SÓ NÚMEROS, É MAIS QUE ISSO, É TUDO! 
Informar também é compromisso com o crescimento, mas não qualquer informação, esta deve ser ampla de verdade e oxigenada com razão.









domingo, 6 de setembro de 2015

Música é tudo, tocar, mais ainda.

Um prazer, algo incompreensível, as melhores sensações.

Críticas à EEEP de Aracoiaba e ao sistema.

Tenho várias críticas para realizar neste presente, mas antes gostaria de dizer que não generalizo as falhas, nem mesmo busco destruir a imagem de alguém, apenas construo um senso com o leitor que está facultado a concordar ou não. Além disso vale ressaltar que tudo que será exposto foi previamente pesquisado e estudado. 
Já possuímos a consciência de que o estresse gerado nas EP's são em excessos, pois o aluno cursa o ensino médio integrado com o profissional, e é claro devem estudar muito, quanto mais conhecimento melhor, mas até que ponto isso é prejudicial? O estresse em si é prejudicial à saúde, pois gera reações fisiológicas exageradas em intensidade ou duração que podem levar o organismo ao desequilíbrio. Já podemos notar isso dentro do sistema, essa enorme falha, pois em período de provas os alunos ao invés de elevar o aprendizado, criar um senso crítico voluntário e formulado por si mesmo, eles não possuem tempo para estudar e DECORAM o conteúdo, acarretando assim estudantes dependentes e sem metodologia alguma. Minha crítica também atinge aos professores, todos sabem que sou um defensor dessa classe, mas além de ganharem o que não merecem, eles fazem os papéis de pais dentro da instituição de ensino, muito deles sobrecarregados de tanta obrigação, ou seja, o professor também entra em crise e participa de um processo de Mais- Valia nos conceitos de Karl Marx. Não estou com uma visão positivista e empírica, mas também científica, todos sabemos que o excesso de estudo causa danos irreversíveis. Além disso, temos uma criação antiética na cabeças dos estudantes, a visão de que devem ser melhor que todos, que a profissional é diferente, como pregar a cidadania dessa forma? Bom, como valorizamos à igualdade, à justiça, os fins sociais, à paz, o progresso, à educação se o sistema introduz normas totalmente diferentes? Para completar, ocorre que em muitas escolas temos diretores e funcionários que absolvem esse pensamento de diferença, egoísmo e desigualdade, a partir daqui inicio a falar de Aracoiaba.
Aracoiaba, antes de mais uma "cela" dessa ser introduzida, havia apenas algumas escolas de ensino regular que mantinham a tradição e a luta em busca da educação e do crescimento dos alunos, hoje observamos um cenário de disputa entre as escolas, buscando saber qual é a melhor que qual, denotando e expressando grandiosidades, gerando a necessidade de "aparecer" e mostrar a "superioridade" sobre todos. Um exemplo maior, é a autoritarismo imposto nos desfiles cívicos, que já saíram do sentido a muito tempo, as bandas marciais sem ritmos disputam qual é a melhor. É quase incompreensível, dentro do nosso meio social que prega a cidadania e a paz vermos tais fatos, porém é evidente a presença disso, infelizmente. Independência ou Morte?
Observando mais a fundo a vivencia dos alunos submissos ao autoritarismo e as regras em excessos pregadas pelos formuladores das normas internas, é impossível calar-se diante dessas deturpações. É do saber de todos, senão sabe agora, que as penas impostas pela EP de Aracoiaba aos alunos é em excesso, pois lavar pratos, servir guardanapos por expressar uma atitude juvenil que poderia ser corrigida ou penalizada de forma menos grave é um atentado à dignidade do aluno, sendo que esta já está sendo corrompida desde a inversão de cidadania que o sistema impõe. Para completar o caos, há administradores que impõe uma coerção egocêntrica com finalidades de mostrar ou tentar serem superiores uns aos outros, hipocrisia, não? Dentro de uma Instituição educacional que faz o papel de pai e mãe para o jovem, ao invés de educar, aliena aos alunos com o ar da competição, da superioridade, da desigualdade e da falência axiológica. Immanuel Kant e o seu esclarecimento, denota a incapacidade, nesse aspecto educacional, da saída da menoridade da própria educação. Em suma, ainda temos muito a criticar, mas não me prolongarei, apenas deixo minha conclusão, nada que se faça sem educação gerará mudança, a educação é ampla e não se reduz ao conteúdo imposto dentro de sala de aula, ensinar a ditadura e os malefícios da mesma, sendo que vivemos nessa ditadura, é uma destruição de pensamento e razão, formai-vos nossos profissionais para que haja mudança e paz que tanto almejamos, e não mais conflito e deturpação de relações sociais. É assim que queremos o futuro? Uma massa de profissionais antiéticos e menores no aspecto kantiano? É assim que melhoraremos nosso ensino público? É assim que queremos os seres humanos, transformados em "robôs"? 
Não podemos permitir isso, lutai-vos para a regularização dessa situação!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A Paz Utópica

Todos os dias deparamo-nos com a realidade do mundo, as constantes maldades que nos assolam, nos indignamos com tudo isso, tememos a cada momento essa realidade. Triste, mas e o que fazemos para mudar? Voltamos a mesma proposição de que somos incapazes de mudar algo, somos e vivemos por nossa própria existência, egoísta não? Só na teoria. É só observar o quanto sustentamos esse sistema, por parte de uma simples palavra, a prática. Aprendemos com a religião a bondade e a força para uma vida supraterrena ótima, divina e que saibamos amar e respeitar o outro, isso mesmo, já consta em nossa memória a carência de prática, pois desrespeitamos de todas as formas, tanto na religião quanto no modo de viver do outro. A contribuição significativa dos valores, os bons valores, perdidos no tempo e espaço, por mais que pensamos neles, muitas vezes nós não o praticamos. Bom, mas o que falar das relações interpessoais? O Direito visa o bem comum, o interesse coletivo, a justiça e até mesmo a bondade, tendo como seu principio a liberdade, tendo-a em vista intocável. E o que fazemos? Furamos filas; praticamos pequenas corrupções, às vezes muitas; não vemos o BEM COMUM e sim o BEM INDIVIDUAL, somos egoístas e aceitamos o “jeitinho brasileiro”. Somos capazes mesmo, sem ética alguma, atingir a PAZ? Estamos certos quando falamos que nada é correto, será que não temos uma parcela de culpa em tudo isso? Avalie-se, veja se tem alguma felicidade (critico-a também), alguma razão de viver sem gosto algum de bondade. A PAZ UM DIA EXISTIRÁ? LEMBRE-SE, temos uma parcela de culpa, e no final, tu mesmo irás dizer a que ponto chegará e se devemos mesmo nos indignar com as maldades presentes no mundo.

Reflexão sobre a Atitude Filosófica ou Atitude Racional

Muitas vezes nos deparamos com conjunturas que nos põe dentro de uma crise racional, ou mesmo sobre algumas temáticas que não sabemos o que responder, ou se respondermos em um flash podemos cometer equívocos que nos colocarão em posições de reflexos irreversíveis. Situações assim requerem uma atitude simples típica do ser humano, o pensar. Na perspectiva do mundo tecnológico atual podemos notar que muitos expressam seus pensamentos via redes sociais, algumas vezes discursos de ódio, carecendo sempre do racional, levados sempre por uma dose de emoção desprovida da razão. Diante disso e muito mais, damos a mínima a algo tão importante que nos distingue de outros seres vivos, o ato racional de pensar, de repensar, avaliar, analogar e etc. Todos esses atos são puros da atitude filosófica, perguntar o porquê, o quê e como é o básico, mas antes de tudo, nunca afirmar sem aferir, pois decisões em se expor e contaminar aos que nos escutam pode trazer percas irreversíveis para a humanidade. A atitude racional é aquela em que nunca afirmamos antes de um longo processo metodológico ou puro do pensar. A carência dessa atitude acarreta ao caos que vivemos em pequeno porte, mas ainda trará malefícios irremediáveis para nossa espécie. Sócrates e Platão como seu discípulo, eram promissores do conhecer a si mesmo e depois encontrar a luz da caverna, buscando sempre sair dessa caverna e  doer os olhos com tanta luz. Sócrates afirmava que ninguém sabe muito, ninguém sabe tudo, mas todos nós somos ascendiveis ao saber, e morreu sendo julgado por isso de certa forma, claro! Ninguém quer sair da sua zona de conforto. Platão, com seu mito das cavernas demonstrava o que muitos de nós ainda vivemos e o que tanto nos escondemos, na caverna. No filme Matrix, expressa ainda mais ampla a definição de conhecer a si mesmo que os dois filósofos tanto falavam. Em suma, neste mundo em que as redes sociais não facilitam e sim alienam está quase inviável conhecer a si mesmo, e muito menos possuir a atitude filosófica, esta que se resume ao questionamento de qualquer objeto, indubitavelmente é mais prazeroso conversar com um amigo em uma rede social do que parar um pouco para pensar, mas sair da zona de conforto e ofuscar um pouco os olhos com a luz do sol fora da caverna trará consequências mais benéficas para si mesmo e para a preservação da sociedade.

domingo, 30 de agosto de 2015

Introdução ao blog

Ninguém sabe ao certo a definição ou até mesmo o sentido real e hermenêutico do que é certo ou errado, mas sempre há definições de aspectos religiosos, filosóficos, hereditários e etc. Sabemos que o certo e o errado não se define, mas sabemos em um consenso que o bom senso sobressai esses dois elementos. Tendo em vista isso, venho compartilhar o sentido do crescimento estudado por mim desde meus 10  anos de forma empírica ou científica, sempre me baseando em conhecimentos já estudados e refutando quando necessário sobre eles. A partir de hoje repassarei esses conhecimentos.
Minha página é, como o próprio nome diz sobre Direito e Música, esta pois já sou músico desde meus 10 anos de idade e Direito pois é a graduação que curso. Mas não me custará nada também tratar sobre Filosofia, Sociologia, História e outras, já que para o Direito quase todas estão inseridas, com bônus na matemática que sempre admirei. Em suma, espero que gostem desta página, quem não gostar, por favor respeite, e lembrai-vos, nunca agradamos a todos. Prazer.